bons resultados no varejo norte-americano

redação wfdaily • 01/03/10, 22:22

Macy's - divulgaçãoOs números divulgados nos últimos dias provam que os grandes nomes do varejo norte-americano conseguiram atravessar a crise sem grandes estragos e, para a maioria, até mesmo com resultados positivos. Desde as lojas de departamentos Nordstrom e Macy’s, que dobraram seus lucros no ano passado, até pela Saks, que perdeu bem menos em 2009 que em 2008, passando pelo líder do discount Target, que concluiu seu exercício com uma alta de faturamento inesperada, todos apresentaram balanços positivos em um país que ainda tenta sair da crise econômica.

Mas nem tudo são flores, e muitas dessas empresas só alcançaram tais performances graças à medidas radicais. Um exemplo é o da gigante Gap que, apesar da baixa de 3% em seu faturamento, terminou o ano fiscal com uma alta de 13,5% em seu resultado. Pode até parecer estranho, mas o grupo, que detém também nomes como Banana Republic, Old Navy, e Athleta, não pensou duas vezes e fechou mais de 100 de suas lojas mais antigas e menos rentáveis. Uma estratégia que deu seus frutos pois, com as contas enxutas, o grupo pôde inaugurar 47 novas lojas em 2009, completando assim 3095 boutiques no mundo todo. Sem contar a abertura de um flagship store Gap e um Banana Republic em Milão, em plena Corso Vittorio Emanuele. Silvano Mendes

Missoni: Expansão brasileira

redação wfdaily • 26/02/10, 11:22

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Após abrir, em dezembro do ano passado, a primeira loja da grife italiana Missoni no Shopping Iguatemi de São Paulo, as empresárias Romy Dryzun, Talita Moya e Milly Dryzun se preparam para uma maratona de eventos pelo país, que incluem abertura de uma loja em Brasília, em março, no Shopping Iguatemi - comercializando moda feminina, masculina e a linha home completa, incluindo móveis, além da venda de looks da Missoni em multimarcas como M&Guia, em Belo Horizonte. “Estamos estudando também a possibilidade de abertura de lojas e vendas por meio de multimarcas parceiras em capitais do Sudeste e Nordeste”, diz Romy Dryzun, diretora de marketing da Missoni no país.

Burberry de volta ao país

redação wfdaily • 23/02/10, 13:09

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A Burberry anuncia sua volta ao Brasil, com inauguração de uma loja própria marcada para o dia 30 de março, no Shopping Iguatemi de Brasília. Fundada em 1856 por Thomas Burberry, o inventor do gabardine e do trench-coat, a grife ganhou status de criadora de moda, quando, em 1997, sem perder a tradição, desenvolveu uma coleção fashion, acompanhada de bolas e outro itens. Atualmente, o diretor criativo da marca é reverenciado designer inglês Christopher Bailey.

meias-calças para o inverno by Scala

redação wfdaily • 11/02/10, 21:28

A Scala é uma das maiores empresa brasileiras quando o assunto é a fabricação de meias femininas, produzindo um mix variado de modelos a cada estação. Para a próxima temporada, as apostas são as opacas, rendadas com efeito tatuagem, arrastões mais estruturados, dupla face ou no fio de lurex, brilho extra e sofisticação. Destaque para os xadrezes inovadores ou mais clássicos como o pied de poule ou príncipe de Gales.
 

 

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Texturas contraditórias no inverno da Freixenet

redação wfdaily • 04/02/10, 08:43

 

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A coleção de inverno 2010 da grife mineira Freixenet brinca com o conforto e com a liberdade: uma roupa inteligente, pontuada por uma alfaiataria com apelo contemporâneo e acompanhada de vestidos curtos em estampas como onças, zebras, manchados ou devorês.

As propostas para a estação trazem ainda brilhos metálicos e bordados, militarismo em peças em preto, cinza e nude, regatas valorizadas por taxas, correntes e bordados, mistura de texturas contraditórias e trenchcoats relidos e reconstruídos em vestidos, casados e pelerines.

Nos tecidos, cetins extremamente fluidos, lãs em diferentes pesos, tules transparentes, malhas e denins que vão do grafite, passando pelo azul, até os manchados de tinta e combinados a estampas.

Entre os materiais diferenciados, destaque para o falso couro, franjas, peles artificiais, jacquard brocado, acolchoados e uso de zíperes. Na cartela de cores, o preto é a vedete da temporada, ao lado de tons sóbrios, como verde, bordô e cinza em diferentes nuances, além de ouro, terra, mescla e nude.

Manequins de um novo tempo

redação wfdaily • 29/01/10, 09:52

manequins Artviva - foto Adelia LopesVitrine com manequim valoriza o produto e ajuda aumentar a venda; manequins seguem as tendências da estação; podem ser opacos ou com brilho, dos tons da pele à cor que imita madeira; têm versões de adultos e crianças, estáticas ou sugerindo movimento, em pé ou sentadas. E agora respondem ao apelo da sustentabilidade, não mais sendo feitos de fibra de vidro, que leva 200 anos para se desmanchar na natureza.

Essas e outras informações sobre o universo dessas figuras povoam o estande da Artviva, fabricante de manequins há 18 anos instalada em São Paulo e que desde 1998 participa da Fenim-Feira Nacional da Indústria da Moda, que termina hoje em Gramado (RS). Ali, os manequins estão ambientados em caixotes de madeira, com inscrições Made in Brazil, aproximando idéias de sensualidade, aconchego,  nacionalidade e de natureza. O cenário, idealizado pelo diretor de marketing Marcos Gold, reporta o novo tempo da fábrica sediada em Guarulhos.

Os investimentos em máquinas possibilitam triplicar a produção e reduzir de 40 para dez dias o prazo de entrega dos pedidos. Fazemos os manequins de acordo com as tendências da estação e também de acordo com as encomendas dos lojistas”, conta Erisvaldo Marques, que ao lado dos irmãos Manoel e Edvaldo, comanda a Artviva. Haverá pronta entrega na Rua João Caetano e  a caminho da exportação, com capacidade de produzir 700 manequins por mês.

manequins Artviva - foto Adelia LopesO uso de resina termoplástica permite a reciclagem dos manequins. “Neste ano, toda a produção não será mais com fibra de vidro, impossível de ser reciclada porque não derrete no fogo”, conta Marques. As peças custam de R$ 300 a R$ 1.200. Investimento seguro, segundo os irmãos Marques, porque  manequins de alta qualidade numa vitrine bem diagramada “ajudam a aumentar as vendas de 20% para mais”.

Os manequins de corpos esguios e belos rostos são maquiados conforme as tendências de beleza, mas há os sem cabeça, adotado por lojas que trabalham com roupas clássicas e as de alfaiataria. Para a próxima Fenim haverá exemplares robustos, pois a demanda exige. E  espera apresentar réplicas de modelos famosos, já estando em estudo os contratos para uso de imagem. Adélia Lopes

Poesia e exuberância no último dia do SPFW

redação wfdaily • 27/01/10, 21:46

Requinte, bordados e exuberância de cores são os principais ingredientes da coleção da carioca Isabela Capeto apresentada no Shopping Iguatemi, na manhã de encerramento da edição de inverno 2010 do SPFW. Tailleurs, camisas, vestidos e pantalonas mesclam a leveza das transparências combinadas a tecidos de diferentes pesos embalados pelo tema da temporada, ‘Filtros’. Já a linha de jeanswear é um primor, com formas despojadas que carregam debruns em minis paetês vermelhos e rebites metalizados e delicados. 

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De volta a Bienal, a marca jovem de Gloria Coelho, a Carlota Joakina, assinada por Camila Bertolote, brincou com a dualidade de vestidos leves e românticos em organza com leggings com recortes mixados a jaquetas estruturadas e mais próximas ao corpo. Destaque para os vestidos em patchworks de couro lembrando flores tridimensionais.

Com uma apresentação vibrante, a Reserva questionou os ‘15 minutos de fama’ e a realidade das ‘celebs instantâneas’, quem sabe saídas de um reality show, num desfile com proposta masculina pontuado por um tricô artesanal e interessante, com jaquetas de efeito matelassê, inclusive em lã, acompanhadas de alfaiataria de apelo casual e fresh.

 

Já Marcelo Sommer, da grife Do estilista, apresentou uma das mais lindas coleções criadas pelo designer, com apelo lúdico e poético, calcada num jeanswear com ‘cara’ de desgastado e puído, acompanhada de vestidos românticos, mixando tecidos de diferentes pesos e rendas ‘sujas’ pelo tempo, além de muito xadrez, casacos de crochê feitos a mão e saias e jaquetas de couro de jacaré, numa passarela toda coberta de carvão por onde desfilaram seus amigos: os estilistas Alexandre Herchcovitch, Emilene Galende, Fabia Berscek e Dudu Bertholini, além da modelo Luciana Curtis, o fotógrafo Henrique Gendre e a stylist Lara Gerin, entre outros.

Em clima de festa, André Lima apresentou o último desfile do evento com uma coleção exuberante recheadas de vestidos de festas que trazem babados, drapeados ou mangas bufantes, tudo em tecidos nobres, ora mega estampados com espécie de dobraduras ou pregas que criam efeitos de volume ou texturas, ora lisos e em cores contratantes. Henriete Mirrione

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Homem contemporâneo brilha no quinto dia de SPFW

redação wfdaily • 26/01/10, 22:35

Abrindo o quinto dia de desfiles do SPFW, Alexandre Herchcovitch apresentou sua coleção masculina no shopping Iguatemi, arrebatando a platéia logo de ‘cara’, literalmente, a começar pela incrível maquiagem de caveira pintadas nos rostos dos modelos, numa alusão a morte, da obra prima de Bergman, “O Sétimo Selo”. Na coleção uma pitada de punk, rock e casualwear, além de estampas em xadrez, calças curtas e casacos numa alfaiataria impecável, mostrando que, mesmo caminhando cada vez mais para fortalecer o lado comercial, Herchcovitch continua firme e forte ligado as suas raízes underground.

 
De volta a Bienal, o coletivo OStúdio carioca apresentou um vídeo ao invés de desfile. Em imagens em que dois modelos se revezavam apresentando, dançando e pulando na tela roupas confortáveis, em tecidos de algodão em diferentes peças, algumas unissex, com estampas em xadrez ou num jeanswear de linhas simalexandre-herchcovitch-inverno-2010-spfwples e despojadas.

 

Miscelânea foi a inspiração da coleção de Jefferson Kulig, que nesta estação apostou fortemente em itens com um forte apelo comercial. Nas peças, um mix de transparências e tecidos encorpados como a combinação de sisal tingido, couro, moletom e uma matéria-prima tecnológica emborrachada que o designer chama de TK, ou ainda jérsei e tule acompanhados de lã, em shapes que carregam faixas que dão estrutura aos ombros e deixam a roupa com um ar mais contemporâneo.

 
Ao som de Black Sabbath, Dudu Bertholini e Rita Comparato, da Neon, soltaram os ‘bichos’ na passarela. A dupla apresentou uma coleção perfumada pelos anos 40 que mescla um espírito de ‘caçadora vintage’, com calças de cintura alta, tailleur e coletes com estampas bem coloridas combinadas a camisas, além investir pesado na brincadeira de vestir as clientes de ‘animais selvagens’, com vestido coruja, veste papagaio, morcego, zebra ou elefante, em tecidos que vão do neoprene a lã rústica. 

 
A moulage definitivamente é a praia de Wilson Ranieri. O jovem designer tem um gosto apurado e cria roupas sofisticadas, que nesta estação parecem estar mais para o verão do que para o inverno, em tecidos com linho e malhas com estampas que lembram papéis de parede com motivos florais em tons aquosos. A novidade para o inverno 2010 são as peças trabalhadas em ciré, que dão um toque de brilho a cartela com várias tonalidades clássicas.

 
Encerrando a noite, o mestre da manufatura Lino Vilaventura olhou para a beleza dos pássaros para criar uma coleção que prima pela leveza de vestidos delicados e assimétricos, acompanhados de texturas luxuosas e inesperadas de mantôs-capa, num inverno para lá de negro. Dois pontos fortes da apresentação: os sapatos que ganham brilhos e bordados e trazem ‘asas’ e a linha masculina, que, pelo menos na passarela, cresce, sofisticada e recheada de camisas com nervuras e casacos curtos e mais próximos ao corpo. Henriete Mirrione

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moda atemporal no quarto dia do SPFW

redação wfdaily • 21/01/10, 23:01

huis-clos-inverno-2010-divulgacao-fotositeA estilista Gloria Coelho abriu o quarto dia do SP Fashion Week desfilando mais uma vez no shopping Iguatemi. Entre os temas da temporada, Gloria olhou para a física quântica, luminárias e luzes para desenvolver o que melhor sabe fazer: peças arquitetônicas com recortes, plissados e volumes magistrais, tudo com muito tecido nobre como tafetás, cetim, seda com estampas digitais e tules com fitas. Os vestidos em organza trazendo plumas são simplesmente lindos, verdadeiros sonhos de consumo.

 

 

 

Na Bienal, Erika Ikezili alongou a silhueta de sua mulher, numa alusão aos anos 20, e desconstruiu a pala dos paletós em vestidos de alfaiataria com leve movimento e cinturas marcadas. A coleção tem ainda um perfume dos anos 80 e 40, na qual um dos destaques são as peças em tricô artesanal em telas de gaze com fios de lã entrelaçados de efeito flutuante.

 

 

 

As meninas da Amapô, Carolina Gold e Pitty Taliani, se inspiraram no universo dos sem-teto e em seu, digamos, estilo de viver, para criar uma coleção muito bem amarrada, com estampas de jornal e um xadrez incrível ’sujo’ de tinta. A alfaiataria fica cada vez mais bacana e, nesta estação, a moulage aparece, especialmente em vestidos, com muito volume nos ombros e nas mangas. O melhor é o jeanswear, concebidos em faixas com diferentes lavagens e cores ‘costuradas’ por zíperes prateados que podem ser abertos, revelando estrategicamente a pele.

 

 

 

Neste inverno a mulher da Huis Clos, sofisticada e dona da própria história, vasculhou o baú da avó para montar seu guarda-roupa recheado de peças únicas e cheias de memória, como a camisola de seda com galão de renda e franjas que vira vestido, ou os casacos de lã com desenhos tipo laise. A silhueta é longilínea em vestidos e blusas com ombros trabalhados e a cartela de cores remete a fotografias com azul-acinzentado, off-white, cinza, camelo e preto, tudo muito sofisticado e despretensioso, numa das coleções mais bonitas e bem construídas apresentadas até agora no SPFW.

 

 

 

Brincando de detetive, a 2nd Floor se inspirou no universo de Sherlock Holmes para construir e reconstruir o trenchcoat em vestidos, bermudas e saias, tudo em clima bem descontraído. No quesito inovação, pontos para o acabamento fusionado usado pela grife, isto é, uma fusão de tranças em tricôs na trama da lã e do moletom, além de um bordado com pedras de efeito vintage.

 

 

 

Fechando a noite, a Animale, com a top Raquel Zimmermann, investiu pesado em tecnologia têxtil, com feltro de lã desgastado, por exemplo, em formas próximas ao corpo, com recortes e estampas tridimensionais ou de imagens de engrenagens, num jogo de rígido e flexível, evocando umas das propostas da estação, a de conciliar o natural com o high-tech. Henriete Mirrione

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spfw: emoção e individualidade de estilos no terceiro dia

redação wfdaily • 20/01/10, 00:48

Valdemar Iódice mostrou uma coleção de inverno 2010 recheada de vestidos drapeados, pregas e com um ombro só, na qual as principais matérias são o jérsei, o veludo cristal e o couro. A tônica da estação é uma mulher sexy, cosmopolita e que tem como ousadia máxima usar adornos de plumas ou de sementes de tucumã, miçangas e cipós, numa alusão a Amazônia. Bonitas as peças de lã acompanhadas de leggings de renda, a cara da cliente da marca.

 

Ronaldo Fraga se reafirma como um mestre da emoção, apresentando um desfile lúdicos e com cenografia impecável, desta vez homenageando a bailarina e cenógrafa alemã Pina Bausch. De forma irreverente e poética, Fraga investe nas sobreposições com formas amplas e em tecido pesados, desfilados por modelos com o rosto coberto por perucas que na parte de trás traziam grandes máscaras. Destaque para os tressês artesanais em saias, casacos e vestidos, tudo em seda laminadaronaldo-fraga-inverno-2010-divulgacao-fotosite-2 ou em plástico de sacos de lixo. Nas estampas, florais avermelhados sobre fundo preto, numa alusão ao espetáculo “Cravos”.

 

O figurino de patinadoras artísticas, justo e com recortes, e o trabalho da ilustradora americana Amy Cutle inspiraram o inverno de Simone Nunes, que investe em vestidos com leve volume no quadril e peças com volumes nos braços acompanhadas de saias em tecidos plissados, tudo num clima bem jovem e feminino. Destaque para as roupas que carregam franjas e fios de seda torcidos aplicados estrategicamente sobre a peça.

 

Nesta estação, Fabia Bercsek propôs um questionamento da moda, olhando para a força da heroína Joana D’Arc, entre outras inspirações, o que resultou na passarela em roupas ora decotadas trazendo babados e tecidos fluidos combinadas a couros e camurças texturizadas, ora em tricô artesanal com fios rústicos acompanhados de jaquetas e saias em patchwork de matérias.

 

Com Cintia Dicker e Jesus Luz, a Ellus apresentou uma coleção forte e jovem, com destaque para o denin Black, um novo tecido voltado para o jeanswear que de um lado tem aspecto de couro macio e aconchegante e do outro tem um tom de azul forte, podendo ser usados dos dois lados. Já as roupas, são inspiradas nos universo dos esportes radicais, principalmente o mergulho, e trazem zíperes embutidos inclusive na alfaiataria.

 

Propondo uma liberdade no se vestir e olhando para a individualidade de estilos, a Triton buscou referências no bairro de Harajuko, no Japão. Trazendo looks divertidos no qual as sobreposição de texturas e cores imperam, as estampas são os grandes hits, mesclando desenhos de teia de aranha executados em traçados de nanquim, mixadas a fotos de cogumelos, desenvolvidos por Luisa LoveFoxx, vocalista do Cansei de Ser Sexy. Henriete Mirrione

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