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Perspectivas Arezzo deve
ter maior valorização com investidores |
POR UM BOM PUNHADO DE DÓLARES
Varejo brasileiro de moda é a mais nova
fronteira (e o grande desafio) para grupos de investidores nacionais e do
exterior
Viviane Mottin
Independente do
caminho escolhido pelos estrategistas do mercado de capitais que vêm se
interessando por grifes de moda, uma coisa é certa. Todas as alternativas
para agregar valor às marcas, sejam para venda posterior ou para mantê-las
em crescimento revertendo em dividendos constantes aos investidores da
Bolsa de Valores, passam pelo varejo. O desafio é tão complexo quanto o
próprio mundo fashion, que sequer faz as contas sobre o quanto movimenta
anualmente em peças e valores.
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MARCA FORTE A Colcci
ganhou robustez a partir da aquisição feitapelo AMC Têxtil |
Especialistas
ouvidos pela WF+Varejo festejam o fim da administração familiar na área,
muitas vezes entendida como amadora. Mas, parecem ter mais dúvidas do que
certezas quanto ao novo cenário que se descortina. A começar pelo objetivo
dos novos sócios ou donos das grifes, casos da Arezzo e da Zoomp,
respectivamente. “As operações de moda se associam a investidores para se
valorizarem e depois serem vendidas, ou para abrir capital,
posteriormente”, relativiza Eduardo Terra, diretor da consultoria Canal
Varejo e professor do MBA Varejo, da Fundação Instituto de Administração
(FIA)/Provar.
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